30 de outubro de 2011

A Volta ao mundo em livros - Part III

Continuando A VOLTA AO MUNDO EM LIVROS.

Clique aqui para ver: 

A volta ao mundo em livros - Part I
A volta ao mundo em livros - Part II

ROMA

11 - CONTOS ROMANOS - Alberto Moravia
Para conhecer a Roma dos anos 50, mergulhe de cabeça nos CONTOS ROMANOS (Berlendis & Vertecch).  Como bônus a edição inclui mapas de Roma que identificam os lugares citados  nos contos.







CÔTE D'AZUR

12 -  SUAVE É A NOITE - F. scott Fitzgerald
Em SUAVE É A NOITE (Best Bolso) Fitzgerald retrata os glamourosos anos 20 na igualmente glamourosa Riviera Francesa, onde as noites são recheadas de festas, coquetéis e gente endinheirada. O livro virou filme em 1962.






BERLIM

13 - BERLIM - Joseph Roth
Cronista atento das primeiras décadas do século 20, o jornalista Joseph Rothteve seus relatos sobre a capital alemã reunidos em BERLIM (Companhia das Letras), em que descreve em minúcias a transformação de uma cidade imperial numa metrópole que logo seria cenário de alguns dos episódios mais marcantes do século.


14 - BERLIM ALEXANDERPLATZ - Alfred Doblin
Alfred Doblin fez sua própria versão de Ulisses de James Joyce em BERLIM ALEXANDERPLATZ (Rocco), romance ambientado no distrito operário da capital alemã. É considerado um dos livros mais importantes do século 20.






ANDALUZIA

15 - ROMANCERO GITANO - Federico García
Quem melhor para traduzir a alma do sul da Espanha que Federic García Lorca? ROMNCE GITANO (Martins Fontes) é uma coleção de poemas escritos nos anos 20 que buscam inspiração na cultura cigana. Embalados pelo conto ardido do flamenco,os versos contam historias de amor e de sangue vividas nos vilarejos do interior e nos bairros ciganos de Córdoba, Sevilha e Granada. 




SUIÇA

16 - A MONTANHA MÁGICA - Thomas Mann
Em A MONTANHA MÁGICA (Nova Fronteira), Thomas Mann interna num sanatório nos Alpes Suiços representantes de várias nacionalidades europeias, porta-vozes das inúmeras correntes politicas do inicio do século 20. Uma Europa em busca de unidade.






HOLANDA

17 - RITUAIS - Cees Nooteboom
O mais famoso escritor holandês e um dos seus livros mais consagrados. O cético Inni Wintrop , morador de Amsterdã, é o protagonista. O tema? A passagem do tempo.








No próximo post: Toscana, Praga, Viena, Londres e Sicilia.


Abraços Evandro

29 de outubro de 2011

Os 10 mandamentos do mochilão



   Na década de 1960, os hippies decidiram fazer grandes viagens em busca de conhecimento, equilíbrio e enriquecimento espiritual. Muitos deixavam a Europa Ocidental ou os Estados Unidos em direção ao Oriente. Com pouco dinheiro na carteira, a regra era simples: encolher os gastos para esticar a viagem.
   A busca espiritual coletiva pode não ter melhorado o planeta, mas levou, indiretamente, à fundação de uma das religiões mais bem-sucedidas de todos os tempos: a "mochilagem".

   Mochilar é, para muitos, a única maneira viável de conhecer o mundo. Para outros, é um estilo de vida, a possibilidade de vivenciar uma experiência única em que destino, tempo de viagem e dia de retorno são tão incertos quanto o próprio porvir. É verdade que esse modelo  romântico, inspirado em Che Guevara em seu giro de moto pela América do Sul (a "Poderosa" acabou durando bem menos que a viagem), não se aplica a todos os mochileiros.
   Há aqueles que viajam contra o relógio, no curto intervalo das férias da faculdade ou do trabalho. Alguns se permitem levar coisas como laptop, celular ou MP3 player. 

   Numa pesquisa realizada com 200 mochileiros estrangeiros em férias no Rio em novembro de 2009, viu-se que 68% deles viajam sozinhos, 75% ficam em albergues (20% em hospedagem domiciliar) e 55% gastam no máximo 40 dólares por dia. Nove entre dez mochileiros organizam a viagem por si próprios. Mais revelador: 40% deles apontaram a população carioca como o melhor do Rio - a natureza mesmerizante da cidade ficou com apenas 20%.


Quer mochilar? Então comece conhecendo estes dez mandamentos da "mochilagem".


                                                                                    1. Não terás destino certo
O caminho é tão ou mais importante que o destino. A máxima, digna de qualquer manual rasteiro de filosofia oriental, tornou-se um lema do mochileiro. Sim, é importante ter uma idéia, pálida que seja, do que vem pela frente, mas a preocupação com o próximo local a ser visitado deve vir no momento certo: na hora de ir a esse local. E qual é ele? Siga a dica de viajantes que encontrar pelo caminho, converse com locais. Arrisque-se. Isso é mais interessante que seguir a bandeirinha de uma agência de turismo em meio à multidão.

2. Ficarás o tempo necessário no lugar
E, para sabê-lo, a regra é simples: se gostar, fique mais um pouco; do contrário, vá embora. O importante é experimentar o cotidiano dos cidadãos e extrair o máximo que o local tem a oferecer. Muitos mochileiros acabam descobrindo em destinos não programados nova razão de vida, nova profissão, novo amor. Às vezes, em aparente paradoxo, se enraízam.

3. Não terás muito conforto
Toda religião exige certo sacrifício. Na mochilagem, a fé é colocada à prova em lugares como dormitórios para 20 pessoas - uma delas irá roncar alto o suficiente para ser detectado em sismógrafos - ou banheiros com filas no limite da civilidade. Muitos albergues se esforçam para amenizar a situação com serviços dignos de hotel, como café da manhã completo e traslado até o aeroporto, mas mesmo assim continuam sendo albergues.

4. Não andarás na moda
Chegar a Paris com um pulôver da Christian Dior da cor da estação definitivamente não faz parte do espírito mochileiro. Jeans, camiseta e um confortável par de tênis formam o figurino essencial. Mas o principal é que a roupa resista à duríssima jornada. De novo, nada contra as grifes: o problema é que as roupas envelhecem mais rápido em uma viagem. Você não vai querer ver seu precioso pulôver voltar pronto para ser o próximo pano de chão, vai?

5. Não tomarás táxis
Mochileiro usa transporte público. Sim, certas vezes é mais seguro e conveniente pegar um táxi - voltando de uma festa de madrugada etc. Mas, se não há pressa ou riscos envolvidos, por que não aproveitar uma experiência mais autêntica de viagem e dividir espaço com pessoas desconhecidas? É uma boa oportunidade de colocar em prática sua engenharia social.

6. Terás opinião forte
De que adianta vivenciar experiências novas e não propagá-las enfaticamente depois? Gostou de um lugar, divulgue. Se passou por problemas em algum albergue, critique. Sua 
opinião soma-se ao conhecimento coletivo dos mochileiros via fóruns na internet ou boca a boca, permitindo que os próximos viajantes possam escapar de grandes furadas ou conhecer lugares pouco divulgados. Você tem parte nisso.

7. Não terás medo de idiomas
Caracteres cirílicos, ideogramas orientais ou até mesmo o incompreensível sotaque dos portugueses. Não é isso que irá limitar seu contato com culturas distintas. O medo e a dificuldade são naturais, mas o espírito de aventura e a vontade de conhecimento de um mochileiro sempre vão falar mais alto. Um bom guia de conversação é mais que suficiente para ajudar em situações cotidianas, e não há nada que mímica e boa vontade não resolvam. Nessas horas, deixe o superego em casa. A timidez, além de não permitir alcançar seu objetivo imediato, vai, no limite, privá-lo de uma boa história para contar na volta.

8. Não te acomodarás jamais
Qual é a graça de estar num destino e não aproveitá-lo? O mochileiro vive cada minuto de sua viagem como se fosse o último. Cada destino é uma conquista. Mas, cuidado: respeite seus limites físicos. Ultrapassá-los vai exigir parada forçada mais tarde. Dormir é imperativo.

9. Farás muitos amigos
Um dos efeitos mais divertidos - e enriquecedores - da mochilagem é o conhecimento de gente nova. Sejam os companheiros de quarto do albergue, sejam os parceiros de bote no rafting, sejam os amigos de caneca no bar. Você toma café-da-manhã com um finlandês, almoça com uma alemã, passeia com um grupo de chilenos à tarde e termina a noite com um grupo animado de israelenses em alguma boate. Por essa facilidade de fazer amigos, muitos mochileiros optam por viajar sozinhos.

10. Não levarás o decálogo tão a sério
Um mochileiro de verdade sabe que nada deve ser levado tão a sério, inclusive mandamentos impressos em revistas de boa circulação nacional. O caminho, que é, sim, pessoal e  intransferível, encontra-o cada um. E da parte da mochilagem, essa religião tolerante, o perdão é universal a quem voltar de uma festa de táxi, se hospedar uma noite em hotel confortável ou até mesmo, veja só, for a restaurante japonês. Sim, você está no seu direito. Só não vá abusar.



Coisas para ter sempre na mochila:

Canivete Muito útil quando se descobre que albergues não têm abridores de lata e facas como temos em nossas casas.
Saquinhos Ziplock São feitos para alimentos, mas, se nunca tentou usá-los para separar as roupas, tente. Eles ajudam a ganhar espaço. Vai mudar a forma como você prepara sua mochila.
Fita adesiva Mochila rasgada, tênis furado, óculos quebrados? Um rolinho na mochila não ocupa muito espaço e pode salvá-lo de apuros.
Lanterna pequena Para ler no quarto nos momentos de insônia sem acordar todo mundo.
Desodorizador Pequenas bolinhas que removem odores desagradáveis no interior da mochila e deixam as roupas com cheirinho de limpeza (cheirinho, eu disse).


Abraços Evandro

26 de outubro de 2011

Alugue um morador em cada cidade visitada

Eu achei a proposta simplesmente S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L.

Quem viaja sabe: nada melhor que conhecer uma cidade tendo como guia um amigo que mora lá. Pois agora já é possível "alugar" esse amigo. 

LIKE-A-LOCAL (www.like-a-local.com) é um serviço que reúne dezenas de moradores do mundo todo, que se oferecem para mostrar seus pontos preferidos na cidade natal.


A ideia surgiu em Amsterdã, é lá que fica a maioria dos "amigos". Mas você pode também conhecer o lado underground de New York, desvendar o mercado de Camden Town em Londres, fazer compras em Madrid, pedalar por Berlim, circular por Lisboa...

Ou mesmo descobrir uma das cidades mais europeias do Brasil, Curitiba no Paraná tendo  ninguém menos do que eu (Evandro) como guia, enquanto ainda estou por aqui pois Dublin me aguarda em breve. Me cadastrei no site pois achei uma ideia muito bacana.

Além dos passeios da pra marcar um almoço ou jantar na casa dos nativos. As saídas são pagas, mas calma é um preço simbólico, nada comparado a um guia turístico profissional. 

Depois de horas de convívio, quem sabe você não ganha um amigo de verdade?


Existem outros sites similares:

www.rentalocalfriend.com
www.rentafriend.com

Enjoy

23 de outubro de 2011

A Volta ao mundo em livros - Part II

Como prometido vou dar sequencia "A Volta ao mundo em livros".
Recebi um e-mail perguntando sobre a continuidade da matéria sobre "Irlanda, maravilhas naturais" prometo que assim que possível continuo a sequencia de posts.
Clique aqui para ver: A volta ao mundo em livros - Part I



“Isto Era Veneza, a bela suspeita e aduladora – esta cidade metade lenda, metade armadilha para turistas, em cujo ar insalubre a arte uma vez floresceu voluptuosa, onde compositores foram inspirados por melodias de sonífero erotismo”


PARIS

04 - O FLÂNEUR: UM PASSEIO PELOS PARADOXOS DE PARIS - Edmund White
A palavra flâneur, usada para designar quem caminha sem pressa por uma cidade, parece ter sido inventada para Paris. Não há, pois, melhor cidade para praticar o ato de flanar que a Cidade Luz, de preferência usando como guia O FLÂNEUR. UM PASSEIO PELOS PARADOXOS DE PARIS (Companhia das Letras), do norte-americano Edmund White, que lá morou por 15 anos

05 – PARIS NUNCA ACABA – Betty Milan
Charmoso e elegante como deve ser um livro obre a cidade luz, PARIS NUNCA ACABA (Record) REUNE CRONICAS ESCRITAS PELA BRASILEIRA Betty Millan, moradora e profunda conhecedora da capital francesa. Para ler e fazer as malas

06 – PARIS É UMA FESTA – Ernest Hemingway
Ernest retrata o anos desvairados em que viveu a cidade durante a década de 2, quando conviveu com figuras do calibre de James Joyce, Gertrude Stein e Ezra Pound.


PROVENCE

07 – UM ANO NA PROVENCE – Peter Mayle
Em UM ANO NA PROVENCE (Rocco), misto de livro de viagens, reportagem e romance, o inglês Peter Mayle narra o momento em que resolveu trocar Londres pelo sul da França. Inclui detalhes hilariantes eu envolveram desde a reforma de uma casa do século 18 ate o episodio de um açougueiro que recusa vender-lhe carne sem ensinar como prepará-la, servi-la e como acompanhá-la. Mayle tem outras obras deliciosas passadas na região como TOUJOURS PROVENCE e HOTEL PASTIS.




VENEZA

“Isto Era Veneza, a bela suspeita e aduladora – esta cidade metade lenda, metade armadilha para turistas, em cujo ar insalubre a arte uma vez floresceu voluptuosa, onde compositores foram inspirados por melodias de sonífero erotismo”



08 – MORTE EM VENEZA – Thomas Mann

Você pode já ate ter visto o belíssimo filme de Luchino Visconti. Mas se a cidade dos canais está no seu roteiro, tente também o livro: MORTE EM VENEZA, (Nova Fronteira), é um do pontos alto na obra do alemão Thomas Mann. Ao narrar o deslumbramento de um escritor cinqüentão pela beleza apolínea de um menino polonês Mann recupera a atmosfera apaixonante de um verão em Veneza.





BARCELONA

09 – A ROSA DE ALEXANDRIA – Manuel Vázquez Montalbán
 Detetive mais famoso de Barcelona chama-se Pepe Carvalho, estrela de uma dúzia de romances policiais. Comece por A ROSA DE ALEXANDRIA (Companhia das letras), em que o refinado ex-agente da CIA e da KGB perambula pelas ramblas em busca do assassino de uma mulher chamada Encarnación. Como o autor, Pepe e também um invertebrado gourmet. Entre uma investigação e outra, desfia saborosas receitas da cozinha catalã.

10 - LUTANDO NA ESPANHA - George Orwell
Inclui homenagem a Catalunha, Relembrando os dias em que lutou na Guerra Civil Espanhola








No próximo post: Roma, Côte d'Azur, Berlim, Andaluzia.
xoxo

22 de outubro de 2011

A Volta ao mundo em livros - Part I



Sempre gostei muito de literatura (apesar de anualmente não ler tanto quanto gostaria).
Minha listinha de livros só cresce a cada dia. Ainda mais agora que estou viciado em comprar livros sobre a Europa... E assim lentamente montando os roteiros de viagens que pretendo fazer.
Os guias a de viagens apontam endereços. Como economizar aqui e ali... Apontam os melhores hotéis ou aquele albergue super barato para os mais econômicos.
Porém romances e contos vão além. Desvendam culturas, descrevem cidades, revelam sabor. Podem perfeitamente, ser a melhor fonte de inspiração para as suas viagens.
Vamos começar pela Europa (afinal esse blog é voltado a eurotrip, posteriormente enfatizamos Américas, Asia, Africa e Oceania)

Obs: A lista não segue uma ordem de países.



PORTUGAL


01  - VIAGEM A PORTUGAL - José Saramago
Era para ser uma especie de guia de viagem. Mas como se trata de José Saramago seu livro Viagem a Portugal (Companhia das letras) esta mais para uma jornada filosófica. 
Percorrendo sua terra natal de ponta a ponta, ele recusa caminhos óbvios e deixa-se perder pelo interior. Acaba descobrindo um país repleto de historias deliciosas. No fim, um valioso conselho: "Dê mínimos ouvidos à facilidade dos itinerários comodos e de rasto pisado, aceite enganar-se na estrada voltar atrás"


02 - OS MAIAS - Eça de Queirosz
Os Maias (Atelie Editorial), obra prima de Eça de Queiroz propoe outro tipo de viagem: esta ate o fim do século 19, acompanhando os passos de uma familia nas altas rodas de Lisboa e Sintra








ESPANHA


03 - MADRI
Dos anos em que viveu na Espanha, cobrindo a Guerra Civil (1936 - 1939), o norte americano Ernest Hemingway extraiu livros como O SOL TAMBÉM SE LEVANTA, MORTE NA TARDE  e O VERÃO PERIGOSO.
Todos valem a leitura antes de fazer as malas para a Espanha, mas, se é para escolher um, fique logo com o classico dos classicos: POR QUEM OS SINOS DOBRAM (Bertrand Brasil), que narra o amor de um norte americano e um local na frente da batalha. No cinema, a historia foi vivida por Gary Cooper e Ingid Bergman.



Próximo post: Paris, Provence, Veneza e Barcelona



Abraço Caloroso! (Afinal o começou a esquentar no Brasil)

16 de outubro de 2011

13 de outubro de 2011

Irlanda, Maravilhas Naturais - Part I

A terra é um lugar complexo, fascinante, incrível e cheio de belezas espetaculares. Por isso em uma sequência de posts vou falar um pouco sobre alguns lugares com essa beleza natural incrível a se conhecer na Irlanda, quem sabe futuramente fale sobre lugares espalhados por toda a Europa.





CALÇADA DOS GIGANTES


LOCALIZAÇÃO: Condado de Antrim, Irlanda do Norte
DIÂMETRO DAS COLUNAS: de 38 a 50cm
IDADE:  Aprox. 60 milhões de anos


Na costa do Condado de Antrin, no norte da Irlanda, as colunas hexagonais da calçada dos gigantes parecem ruínas de um antigo monumento feito pelo homem, mas são totalmente naturais.


Há cerca de 60 milhões de anos, quando a Europa e a America começaram a se separar, atividades vulcânicas acompanharam a fratura. Lava basáltica escorreu sobre o que hoje são Irlanda do norte e a escócia, formando o maior platô de basalto da Europa. O basalto esfriou e se contraiu (processo que determinou o tamanho do cristal). Desde então, os cristais foram fragmentados pela Era Glacial e desgastados pelo oceano atlântico.


Cada coluna atualmente tem ate 2m de altura e é composta por pilhas de 38 a 50 cm de espessura de “tabletes” de basalto. O gelo e a água erodiram as partes mais fracas entre os tabletes, e eventos vulcânicos ocorreram em vários pontos, originando a formação de rocha escalonada que hoje e que se assemelha a um lace de escadas que leva ate o mar.
As enseadas de Port Noffer e Port Reostan, as redondezas, tem suas próprias características e merecem uma visita.



9 de outubro de 2011

Legoland

Imagine que louco um parque onde "tudo" é feito de lego *-*
Pois então caros leitores, ele existe e chama-se LEGOLAND www.legoland.com

Juro que não tinha conhecimento de um parque temático da Lego.... Ok eu sou extremamente desligado!!! Conheço as pecinhas fascinantes da lego desde quando era um "toco de amarrar bode" como diria minha avó brinco desde que era criancinha  e mesmo já tendo 20 e alguns anos (idade não vem ao caso) ainda continuo brincando... e não tenho vergonha de assumir isto hehehe.... como li recentemente:

(Quando tinha 10 anos, eu lia contos de fadas em segredo e ficaria envergonhado se tivesse sido descoberto. Agora tenho 50 anos, eu os leio abertamente. Quando me tornei um homem, deixei de lado o que era infantil, incluindo o medo da imaturidade e o desejo de ser muito adulto - C.S Lewis)

Mas voltando ao assunto do post...
Descobri por acaso o parque esta manhã, enquanto assistia um comercial da BBC e resolvi pesquisar melhor sobre o assunto, sei que muitos de vocês já ouviram falar sobre e alguns sortudos talvez já ate o conheçam.

Tudo começou lá na Dinamarca onde ao lado da fábrica da Lego iniciou-se a construção de um parque temático chamado Legoland Billund, inaugurado em 1968.
O parque é considerado uma das principais atrações turísticas da Dinamarca. São mais de 50 atrações, brinquedos, shows, vila de veraneio e perfeitas réplicas com mais de 50 milhões de peças de lego. Incluindo atrações aquáticas e montanhas-russas.
E se você tem tempo e principalmente dinheiro suficiente e quiser prolongar sua estadia pode se hospedar na aldeia de férias LEGOLAND toda construída com lego....

>>> Clique e faça sua reserva no hotel



Ok você não tem planos de viajar para a Dinamarca?
-Seus problemas acabaram...
Ao todo existem 4 parques da LEGO espalhados pelo mundo , sendo 3 deles na Europa e 1 na Califórnia.

- Legoland Billund (Billund, Denmark)
- Legoland Windsor (Windsor, England, UK)
- Legoland Deutschland (Günzburg, Germany)
- Legoland California (Califórnia, USA)

Eu achei um máximo e quando for pra Billund, Günzburg ou muito mais provável quando visitar Windsor, vou na Legoland.

xoxo